Nesse final de semana assisti o flime “O bebê de Bridget Jones” no cinema. Ao meu lado tinham algumas mulheres que estavam muito inspiradas pelo filme e comentavam o tempo todo. Eram solteiras. Uma delas reclamava com a amiga que era muito difícil encontrar alguém para sair, já que todas as amigas que ela conhecia reclamavam da falta de dinheiro.
O filme começa com a protagonista, Bridget Jones, comemorando o seu aniversário sozinha. A Bridget Jones tem amigos, mas todos estavam ocupados no dia do seu aniversário. No momento que a Bridget encontra o Mark Darcy, personagem pelo qual ela era apaixonada em outro filme, a mulher ao lado comenta: “Ele é realmente apaixonado por ela”. A Bridget engravida, não sabe quem é o pai e ainda dispensa o Mark Darcy com o argumento de que não darão certo juntos como não deram no passado, pois ele tinha pouco tempo para se dedicar a relação. No final do filme o Darcy aparece dizendo que mudou, que está disposto a se dedicar a eles e ainda diz que assumirá o bebê mesmo que ele não seja o pai. Esse desejo de ter alguém que irá aparecer e nos salvar como um príncipe encantado é bem comum, mas será que irá acontecer na sua vida como aconteceu no filme? Ou será que é necessário algo a mais?
Quando a Bridget se casa, as mulheres no cinema fizeram um “Ooooohhhhhhh” por uns quinze segundos. Já ouvi de outras mulheres que os filmes da Bridget Jones explicam as suas vidas.
No meu consultório uma queixa muito comum, entre as mulheres, é a dificuldade em fazer novas amizades ou encontrar um companheiro. A sensação de estar sozinha, de não ter amigos/companheiro para sair ou alguém para apenas ficar em casa assistindo a um filme no final de semana é muito corriqueira.
A solidão está muito presente nas vidas das pessoas atualmente. Falta vínculo entre as pessoas e entrega nas relações afetivas e sociais. O medo é um fator bastante provável e muitas vezes não identificado pela cliente conscientemente. O fato é que a distância emocional, muitas vezes justificada por motivos racionais e por experiências passadas, coloca as relações em um lugar inalcançável; além das exigências em relação ao outro que acabam se tornando maiores com o passar do tempo.
Outro ponto relevante é o hábito. É difícil querer abrir mão dos seus hábitos, da sua rotina, dos costumes, para dar lugar a alguém que “será que vale a pena?”. A relação afetiva, seja amizade ou namoro, exige investimento da nossa parte o que é muito complicado para algumas, pois mesmo que queiram não sabem como fazer.
Com a terapia floral, a terapia Reiki e a terapia verbal fica claro que as mudanças que queremos que aconteçam em nossas vidas têm que partir de nós. O terapeuta é um guia que a orienta a encontrar o seu próprio caminho, a sua verdade e a sua realização.
O Reiki é um instrumento energético que nos permite compreender o que está acontecendo conosco em níveis emocionais, mentais e espirituais. Isso nos tira da nossa zona de conforto ou hábito, os quais não nos deixam evoluir, melhorar e/ou mudar de lugar.
Olhar-se no espelho e ver quem você realmente é pode ser um desafio! A gratificação e o peso que deixamos para trás é muito maior do que o desafio em si.
Experimente!
Paz e Luz!